info
Obrigado por visitar o nosso site! Partilhe com os seus amigos.

"Comunidade de Discípulos Corresponsáveis"


Boletim Luz e Esperança :: 19 de Março de 2017



PEREGRINAÇÃO DE POMBAL A TAIZÉ
1 a 9 de Abril de 2018



Visita à Croácia, Eslovénia e Montenegro





Caminheiros em Actividade



Encontro dos Pais do 6º Ano



Ultreia do MCC



Festa das Alminhas nos Vicentes



Seminário Maior será um Centro de Espiritualidade



Bispo apela à importância da visita do Papa



Peregrinação a Taizé






HOMILIAS DOMINICAIS




OS NOSSOS BOLETINS




Click to Pray




Ibreviary


Mensagem do Pároco
As primeiras acções de Jesus, no início da Sua vida pública, quando inicia esse tempo de acolhimento, presença, ensino, comunhão, tudo em favor dos Seus irmãos, são o convite à conversão e o chamamento dos discípulos. Jesus chama e convida: “vinde comigo”. Quando o diz, o Senhor não se fica só pela tonalidade de convite, mas imprime, neste chamamento, a marca de mandamento: é essencial ir com Cristo e aceitar que não há outro caminho que nos comunique a vida de Deus; neste sentido, havemos sempre de responder com o sim, “obedecendo”. O que nos é pedido, então, é a escuta, a decisão e a atitude. E sem atrasar a resposta, como os primeiros discípulos: “eles deixaram as redes imediatamente” (Mt. 4, 20). Ser cristão significa seguir Jesus, seguir o Mestre. Só Ele tem palavras de vida eterna, só Ele dá testemunho do Pai e pode gerar, para o Pai, um povo de Filhos, de irmãos, de amigos. Por isso, ser cristão significa seguir, não um conjunto de ideias, um sistema de valores ou de pensamento, uma ideologia, mas uma Pessoa. Ser cristão é identificar-se com Cristo e permanecer no Seu amor. Fomos e somos chamados, não para algo, mas para Alguém. Assumimos, então, ser formados ou formarmo-nos para assumir o estilo de vida, os critérios, as motivações de Jesus. Aceitamos, também, a mesma sorte de Jesus e a Sua missão de renovar todas as coisas, com alegria, entusiasmo, ardor apostólico. Passamos, então, a ser verdadeiramente discípulos, inaugurando, definitivamente, a condição de filhos no Filho, irmãos de Jesus, partilhando, com Ele, a vida que vem do Pai. É na Igreja e como Igreja que tudo isto acontece: a Igreja de Jesus Cristo e dos que n’Ele crêem, dos que O seguem e O amam.

Mensagem do Bispo
O ano pastoral de 2015-2016, o terceiro de realização do Plano Pastoral dado à Diocese de Coimbra, tem como tema central Comunidade de Discípulos Corresponsáveis. Conscientes de que a Igreja Diocesana é comunidade em caminho, com passado, presente e futuro, esperamos a adesão de todos os seus membros e comunidades. (...) No ano em que agora entramos, pretendemos (...) desenvolver nos cristãos o sentido de pertença eclesial e fomentar a corresponsabilidade pastoral nas unidades pastorais. Trata-se de duas realidades estreitamente ligadas, uma vez que, da consciência de pertença à Igreja nasce em todo o cristão a disponibilidade para se assumir activamente corresponsável na sua construção. (...) Inspira-nos a palavra de S. Paulo, que nos convida a trabalhar para o crescimento do Corpo de Cristo de uma forma ajustada e harmoniosa, quando diz: “É a partir dele (Cristo) que o Corpo inteiro, bem ajustado e unido, por meio de toda a espécie de junturas que o sustentam, segundo uma força à medida de cada uma das partes, realiza o seu crescimento como Corpo, para se construir a si próprio no amor” (Ef 4, 16).

(Introdução à Nota Pastoral para 2015-16)

Mensagem do Papa
O Papa Francisco alertou hoje no Vaticano para as tentações de procurar “poder, dinheiro, vaidade, orgulho” na Igreja Católica. “No caminho que Jesus nos indica o serviço é a regra. O maior é aquele que serve mais, quem está mais a serviço dos outros, e não aquele que se vangloria, que procura o poder, o dinheiro, a vaidade, o orgulho. Esses não são os maiores”, explicou, na homilia da Missa a que presidiu na capela da Casa Santa Marta. A partir do Evangelho do dia, um episódio em que os discípulos discutiam sobre “qual deles era o maior”, o Papa observou que o que aconteceu com os apóstolos é uma história que “acontece todos os dias” na Igreja, nas comunidades – paróquias, instituições - com a vontade de “ter poder”. “Todos nós somos tentados por essas coisas, somos tentados a destruir o outro para subir mais. É uma tentação mundana, mas que divide e destrói a Igreja, não é o Espírito de Jesus”, alertou. Francisco destacou que Cristo fala sobre “humilhação, morte e redenção”, enquanto os discípulos a “linguagem de alpinistas: Quem subirá mais alto no poder?”. “Far-nos- á bem pensar nas muitas vezes que vimos isso na Igreja e nas muitas vezes que nós fizemos isso, e pedir ao Senhor que nos ilumine, para entender que o amor pelo mundo, isto é, por este espírito mundano, é inimigo de Deus”, apelou.

Cidade do Vaticano, 17 de Maio de 2016 (Ecclesia)